Rodrigo Faro chegou à Record no ano passado, como uma aposta conveniente – ele havia rompido com a TV Globo e era uma opção barata para substituir Márcio Garcia à frente do “Melhor do Brasil”. Hoje, a história é outra. Prata da casa, firmou-se como apresentador, tem dois programas, status e novo contrato até 2017.
“Hoje, digo que estou realizado. Faço o que eu gosto, do meu jeito. Quem me conhece sabe que sou assim, falo assim, gosto de gente, de me relacionar”, resume o apresentador de 35 anos, que passou a conciliar “O Melhor do Brasil”, aos sábados, com a segunda temporada de “Ídolos”.
No reality musical, Rodrigo tem liberdade para brincar com os participantes, torcer por eles, contar as suas histórias.
Espelhado em Silvio Santos e Gugu Liberato – seus exemplos de “animador, não apresentador” -, Rodrigo não se constrange com as várias horas que passa na fila de candidatos, nas peregrinações às casas dos participantes e com torcidas melosas.