Marcos Mion pega na ‘manjuba’ de Zezé de Camargo

Marcos Mion encarou um desafio pra lá de ‘estranho’ e topou dar uma ‘pegada’  na ‘manjuba’ (ele mesmo que esolheu esse nome) de Zezé de Camargo.

Confira o vídeo:

Matéria Completa:

 

 

Tc | Interatividade | 8° edição

Confira o resultado da nossa interatividade dessa semana que foi um sucesso, batemos o recorde de votações 9 mil somente em uma semana!

Fizemos a seguinte pergunta para nossos leitores do Todo Canal: Qual emissora produz o melhor programa de auditório? . Confira o resultado:

A opção Rede Record  ficou com 39.99 % (40%)  empatando tecnicamente com Sbt que  teve a porcentagem 39.72, ( 40%). Já a Rede Globo ficou com apenas 20.29 % ( 20%) dos votos, sendo a opção menos escolhida.

 

 

E não se esqueçam  somente aqui no Todo Canal você leitor opinar com total liberdade!

“Há 4 anos,  Tv no Brasil é Todo Canal”

” Interatividade com Liberdade é no Todo Canal “

Coluna exclusiva Todo Canal | Por: M. Luciano

Indicados ao Prêmio Extra de TV 2010 saem na corrida pelo troféu

Quem não se encantou com a serelepe Rafaela, da novela “Viver a vida”? Ou teve medo dos olhares fulminantes da garotinha? Dezembro já está quase chegando e é hora de relembrar os melhores astros da telinha em 2010. Nesta edição, o Prêmio Extra de Televisão elege os grandes destaques do ano em 14 categorias. A Klara Castanho, que deu vida e artimanha a Rafaela, comemora a disputa pelo troféu
Revelação:

— Fiquei mais uma vez feliz em participar de um prêmio por essa personagem… Mas vai ser bem concorrido porque estou disputando com amigos, e só tem gente muitoooo especial. Gosto de todos, de verdade, mas minha torcida vai para a Birolli e para o Mário, caso eu não seja vencedora — revela a atriz.

Os amigos são Mário José Paz e Adriana Birolli , indicados pelos personagens Maradona e Isabel, também de “Viver a vida”. Enquanto o amor paternal do “Mará” pela Rafaela fez o público se emocionar, o humor negro da patricinha Isabel quase enlouqueceu os telespectadores, e a atriz aproveita a repercussão disso até hoje, cinco meses após o término da trama:

— É muito bom ser novamente indicada a um prêmio por causa da Isabel. Me sinto muito honrada. Só tenho que agradecer ao Maneco e ao Jayme Monjardim, por terem me dado essa oportunidade e acreditado no meu trabalho. Foi um ano maravilhoso na minha vida — diz Adriana, que concorre ainda com Fiuk, por “Malhação ID”, Mayana Moura, por “Passione” e Jayminho Matarazzo por “Escrito nas estrelas”.

O páreo também não está nada fácil para os indicados ao troféu de Melhor Ator: veteranos como Alexandre Borges, de “Ti ti ti”, Selton Melo, de “A cura”, Tony Ramos por “Passione”e Murilo Benício, de “Ti ti ti” disputam os votos do público com iniciantes como Mateus Solano, que acaba de viver seu primeiro protagonista em “Viver a vida”, e Alexandre Nero, intérprete do vilão Gilmar, que terminou “Escrito nas estrelas” numa ilha paradisíaca, sendo engolido por um tubarão:

— Nossa! Nem acredito que fui indicado como melhor ator. Participei de uma trama no horário das seis, que acaba tendo menos visibilidade, e mesmo assim estou aqui, disputando com grandes nomes da TV que, além de serem colegas de trabalho, são pessoas a quem admiro muito. E concorrer a um prêmio entregue pelo público tem um gostinho completamente diferente. É uma grande recompensa — festeja Nero.

Esse gostinho do voto popular tem ainda mais sabor para os indicados da categoria Apresentador. Para eles, o público não é apenas a mais importante opinião sobre os programas que levam à TV, mas é parte complementar desse trabalho. Por isso, vale criar campanha no Twitter, pedir voto ao vivo e, quem sabe, até fazer figa.

Bendita entre os homens Luciano Huck, Silvio Santos, Marcelo Tas, Rodrigo Faro e Tiago Leifert, Ana Maria
Braga, comandando o “Mais você”, já é experiente na disputa:

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— Fico muito feliz de mais um ano estar concorrendo ao Prêmio Extra, que se difere por ser um dos primeiros prêmios onde o público pode manifestar sua opinião. E ainda posso conferir todo processo aqui na Canal Extra, uma das minhas leituras preferidas aos domingos — diz a companheira do Louro José.

O Globo

Na pele de Fred, de ‘Passione’, Gianecchini diz que não é bonzinho

“Não sou o bonzinho que todo mundo pensa. Fico na minha, observando. Sei tudo o que acontece e o que falam à minha volta. Mas sou de escorpião. Uma hora saio do meu canto e dou minha ferroada. Isso serve até de aviso (risos)”.

http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/10/148_2916-g.jpgEm sua primeira cena na TV, Reynaldo Gianecchini aparecia dirigindo um carro conversível, atravessando o Elevado do Joá em direção ao Leblon, celular no ouvido, regata vermelha e um sorriso avassalador. Corta. Na primeira cena de “Passione”, o ator
dirigia um carro caindo aos pedaços pela Marginal Tietê, em direção ao Centro de abastecimento de São Paulo, enquanto falava ao celular, num tom quase irritado. Tirando o aparelho móvel e o fato de estar atrás do volante, muita coisa mudou na vida do moço nos últimos dez anos. De ator iniciante, criticado duramente por ter mais estampa que estofo para protagonizar uma novela em horário nobre, a vilão todo-poderoso das oito, Gianecchini percorreu uma estrada sinuosa, que muitas vezes insistiu em evidenciar
apenas seu rostinho bonito, que continua lindo, claro…

— Se pudesse, faria o Edu (personagem de “Laços de família”) novamente. Com mais bagagem, com outra leitura. Quando estreei era um caos, foi muito difícil para mim.
Estudei muito, desenvolvi técnicas que, na época, desconhecia. Mas nunca fui muito de ligar para o que os outros diziam. Minha autocrítica é muito mais feroz — avalia.

Apesar da tal autocrítica, atualmente, Gianecchini já se permite gostar realmente do que vê na telinha, e a curtir o que acontece na pele de Fred, personagem escrito especialmente para ele por Sílvio de Abreu:

— Tento me assistir sempre. E tem cenas em que eu digo: sim, foi bacana. Já me permito relaxar mais. Tão relaxado que, ao saber que poderia ser um dos possíveis assas
sinados na novela, comemorou. Afinal, seria uma virada e tanto o vilão desaparecer no meio da história.

Mas, de vítima, o personagem passou a ser um dos principais suspeitos da morte de Saulo (Werner Schünemann). Para Gianecchini, mais um mistério que cerca a própria
personalidade de Fred, a quem considera um psicopata. Se muitos acham que Clara (Mariana Ximenes), a outra ponta da maldade, tem jeito, Gianecchini não acha o mes-
mo de Fred.

— Não o defendo. Não creio que ele seja capaz de se redimir. É um homem com um único objetivo na vida, que é o de vingar a morte do pai, mas já nem sei se é este mesmo o grande motivo. Quando conseguir se vingar, vai querer parar? É um personagem de muitas nuances, que sorri para as pessoas enquanto por dentro está maquinando como destruí-las. Ele é complexo, o que o torna ainda mais saboroso —
observa ele, que vê pelo menos algo de genuíno no personagem, além da vingança: — Acredito que, em algum momento, vai descobrir que ama Clara de verdade. É a única mulher que o conhece de fato, que sabe de suas fraquezas e foi sua cúmplice o tempo todo.

“Na minha opinião, Gerson é culpado de muita coisa”

Para Gianecchini, Fred, assim como tantos outros, teriam motivos de sobra para despachar Saulo desta para algum lugar no inferno. Mas o ator aposta suas fichas em outra pessoa. Quase insuspeita, para a maioria.

— Sempre desconfiei do Gerson (Marcello Antony). A gente não sabe que tipo de relação ele teve com o pai, tem algo estranho no comportamento dele, visto os problemas sexuais do passado…. Além disso, quem sabe ele não seja o mentor de tudo, e esteja por trás do Fred? Na minha opinião, Gerson é culpado de muita coisa — aponta.

Saboroso, vingativo e, por que não, divertido? No fim das contas, Fred dá raiva, mas também faz graça. Tanto que, nas ruas, Gianecchini nunca foi atacado, xingado e sequer levou uma bolsadinha.

— As pessoas têm outra relação com os vilões hoje em dia. Até achei que pudesse rolar uma raiva, mas não. Quando chegam é para falar do trabalho, que estão gostando — conta.

Mas não seriam estas reações ao próprio Reynaldo Gianecchini, cara de bom moço, sonho de consumo de toda sogra e que ainda por cima chama a mãe de “bem” e pede bênção ao telefone?
— Será? Pode ser… As pessoas têm uma imagem de mim, de um cara correto, que sempre fez personagens do bem. Pode ser, isso sim.

Malvado sim e sexy até a última gota de suor, Fred poderia ter dado ao ator um assédio nunca antes visto na sua história. Apesar de muitas suspirarem por ele, que em “Passione” já apareceu, invariavelmente sem camisa, em arrochos memoráveis com Clara, era o borracheiro Pascoal, de “Belíssima” que tirava a mulherada do prumo.

— Acho que rolava um assédio maior, porque tinha mais fetiche — diverte-se ele, que não vê problemas em fazer cenas sensuais e sexuais: — Estão no contexto. Com a Clara é aquela coisa de fogo e gasolina mesmo. Eles têm pele, atração física, e não tem nada gratuito.

Se com Clara tudo flui numa boa, para fazer cenas em que Fred detona Bete e Totó, Gianecchini se concentra mais.

— Imagina, estou xingando o Tony Ramos e a Fernanda Montenegro! Duas pessoas amadas por esse país todo e por mim — conta ele, com mais um de seus sorrisos matadores.

Talvez pela liberdade de ver alguém fazendo o diabo com dois dos maiores atores brasileiros, seja tão instigante ver Gianecchini em cena. Afinal, muito do que Fred pensa e fala, poderia estar na boca de qualquer um num dia de fúria:

— Esse descompromisso com a ética e a total falta de escrúpulos do Fred, além de fazer refletir, porque provavelmente existem muitos dele por aí, também liberta. Quantas vezes a gente tem que ser correto, não expressar certas opiniões pela posição que ocupa?

Para se defender de tanta carga emocional, Gianecchini malha. É suando na academia que ele se livra da aura de maldade do personagem.

— Faço cenas muito pesadas, não só no sentido dos sentimentos ruins dele, mas de toda hora o Fred estar praticando suas duas caras. Não é nada fácil — admite ele, que, prestes a completar 38 anos, jura que a idade ainda não o incomoda: — Enquanto estiver bem, saúde boa, corpo em dia, está tudo ok. Quando sentir que alguma coisa despencou, será hora de correr mais atrás

O Globo

‘Rebelde’: Melanie já foi eleita o bumbum mais bonito do mundo

Falando em ‘Rebelde’, a coluna aposta que Melanie Fronckowiak vai conquistar muitos fãs quando estiver no ar.  A gaúcha, que começou a trabalhar como modelo, já foi eleita a dona do bumbum mais bonito do mundo em 2008, durante um concurso em Paris.

Telinha

VÍDEO DO DIA: Ator de ‘Se beber, não case’ fumou maconha ao vivo na TV

O ator Zach Galifianakis, conhecido por sua atuação no filme ”Se beber, não case”,  acendeu um cigarro de maconha e fumou ao vivo na TV. O comediante participava de um debate sobre legalização da droga no programa de entrevistas “Real Time”, nos Estados Unidos. Galifianakis passa o cigarro de maconha para Margaret Hoover, famosa repórter conservadora, que ri da situação, mas não fuma.

Telinha

 

Miá Mello, a Teena do ‘Legendários’, fala do programa e da carreira

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Na pele da multicolorida Teena do “Legendários”, Miá Mello tem dado “ombrinho, ombrinho, whatever” às críticas ao programa. A atriz de 29 anos tem colhido frutos de sua participação na atração das noites de sábado da Record figurando em dois comerciais que estão na TV. Um de uma marca de carros e outro de uma linha de produtos para pele de bebês, no qual aparece com a filha Nina, de 1 ano e 7 meses.

Miá Mello, a Teena do Legendários, está num comercial de carros

 

Miá, a Teena do Legendários, aparece em comercial com a filha, Nina

— Eu estou muito feliz, tem aparecido um monte de coisas interessantes graças à vitrine que é a TV — diz ela, que tem se surpreendido com a repercussão nas ruas: — Noutro dia me convidaram para ir a uma feira, só pensava: “Por que querem que eu esteja aqui?”. http://noticias.r7.com/blogs/mia-mello/wp-content/themes/miamello/images/miamello.png

Mas as pessoas estava gritando meu nome! “Meu Deus, eles me conhecem! Olha o que está acontecendo comigo”, eu pensava na hora.

Nessas idas e vindas nas ruas, aliás, Miá, que fez parte da companhia teatral de humor “Deznecessários”, afirma que tem escutado bons comentários do público sobre o “Legendários”.

— Estamos sempre pensando em coisas legais, tem sábados que ficamos certos momentos na frente na audiência. Ainda mais agora, que “A fazenda” está entregando bom público para nós. Se não fosse um programa legal as pessoas não continuariam ligadas na Record — diz ela, que já entrevistou até Hebe — Uma vez mandaram eu tirar o visto para os Estados Unidos e eu tirei. Vamos ver o que vão aprontar para a Teena!

 

Cena Aberta | E quando a gente gosta de algo e depois desgosta?

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Sabe aquilo que sempre dizem que pra melhorar a escrita e o repertório de palavras é preciso ler mais?

Acho que isso vale também para música, livros, cinema, séries e TV em geral: quanto mais lemos, assistimos ou ouvimos o nosso gosto vai melhorando e, portanto, estamos menos propícios a tolerar “qualquer coisa”.

Eu tinha boas lembranças da novela Quatro Por Quatro e de Sai de Baixo. Tentei ver alguma coisa no Viva e notei que algo mudou e foi comigo: aquilo ali não me desce mais, no entanto, quis manter minhas boas lembranças e parei de assistir.

Hoje temos como base de comparação a novela A Favorita e é impossível engolir o que os autores tem oferecido, fica a sensação de que vamos ter que esperar dois anos para conferir uma nova boa produção do mesmo João Emanuel Carneiro.

Agora estou lendo o livro Se Abrindo Para a Vida, de Zibia Gasparetto, autora que sempre adorei. Não vai mais, é uma coisa muito tatibitati e repetitiva, algo que hoje me faz questionar se é mesmo o espírito Lucius que “dita” os livros ou se a própria Zibia os escreve.

A questão é que só se altera o nome dos personagens e as histórias são basicamente as mesmas. Tenho mais um dela e pretendo não ler um próximo também para preservar a boa memória que tenho do quanto seus livros me fizeram bem.

Em resumo, acho que nos tornamos seletivos ou mais… chatos.

O difícil, no entanto, é saber se isso é bom ou ruim. Vamos combinar: vivemos em um mundo onde há muito mais porcaria, ou seja, acabamos ficando limitados.

É algo pra se pensar.

Endrigo Annyston