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@AddisonMontg

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O ex-jogador Dinei falou nesta quarta-feira (31) sobre o seu vício em drogas. Ele debateu o tema com outros peões no quarto do reality show “A Fazenda”.
Dinei foi pego em um exame antidoping em 1996, que deu positivo para o uso de cocaína.
“O antidoping me salvou. Se não fosse o doping, eu não estaria aqui. Estou há 15 anos sem usar drogas, mas é uma luta constante. Você não pode deixar o leão acordar”, desabafou o ex-jogador.
Ele ainda contou que depois de assumir que usava drogas, sua carreira deslanchou: “Em 97 fui artilheiro do Campeonato Paulista pelo Guarani e em 98 foi meu auge”, disse.
Dinei também afirmou, antes de encerrar o assunto, que já ministrou diversas palestras sobre os problemas do uso de drogas.
Natelinha

Hoje, 31, você não pode perder a segunda edição do “Programa Livre” a nova coluna do Todo Canal, quer eleger o novo colunista do blog, quer participar? É só mandar seu texto para matheus_peu@hotmail.com, e se tiver alguma dúvida sobre o mundo da televisão é só mandar a pergunta para http://www.formspring.me/programalivretc.

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Parece que Dragon Ball Z Kai não deve estrear na televisão aberta brasileira tão cedo, o motivo é que a Rede Globo ainda não renovou os direitos de transmissão de todas as temporadas da franquia. Sua ultima transmissão foi no segundo semestre do ano passado, e desde então nunca mais foi transmitido pelo canal.
Dragon Ball conta a vida de Son Goku, um menino morador da Montanha Paozu com cauda de macaco, baseado na lenda chinesa Jornada ao Oeste ,desde as suas aventuras enquanto criança até se tornar avô. Durante a sua vida, participa de muitas batalhas com adversários cada vez mais fortes, procurando sempre aumentar a sua força. Nas suas viagens, Goku conhece várias pessoas, criando muitas vezes uma amizade muito forte com elas que os ajudam a vencer os vilões da história.
Fórum Natelinha

Ultimamente, quando o assunto é capa de revista, só dá ele. Afinal, nos últimos meses, Rodrigo Faro foi capa de mais de 20 publicações em todo o Brasil.
Tudo é resultado do sucesso no comando do programa O Melhor do Brasil, que ele apresenta todos os sábados na Record.
Rodrigo conquistou de vez o telespectador e também a crítica especializada, já que foi o vencedor dos últimos Troféu Imprensa e Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), na categoria melhor apresentador de TV.
O talento e o carisma de Faro já eram percebidos desde o tempo em que o artista trabalhava como ator e cantor, mas foi no comando de O Melhor do Brasil (Record) que ele se tornou estrela de primeira grandeza da TV, alçado à condição de grande comunicador.
Apontado por muitos como um novo Gugu, Faustão ou Silvio Santos, pés no chão, o apresentador prefere dizer que está crescendo.
- Esse é o negócio da minha vida: estar sempre crescendo e ser humilde. Eu amo o carinho do público, saber que as pessoas gostam de ver o programa, mas tenho muita coisa ainda para aprender. Eu acredito que a humildade precede a honra.
Rodrigo Faro comenta as capas que fez
Apesar de tanto sucesso, o ator não se considera no topo carreira.
- Eu não gosto de pensar que vivo no topo, procuro sempre estar me aprimorando, evoluindo no meu trabalho, tentando me tornar cada dia um melhor apresentador que consiga falar com qualquer tipo de público.
Com tanto assédio, aos 37 anos, ele ainda se desdobra como todo pai de família comum para ficar ao lado da mulher, Vera Viel, e das duas filhas, Maria e Clara.
- É como se fosse um trabalho comum, um homem que vai ao escritório e volta pra casa, só que eu estava apresentando um programa. A gente é uma família comum. Estou indo para casa colocar minhas filhas para dormir e jantar com a minha mulher, para contar sobre o nosso dia.
É por essas e outras que Rodrigo Faro é o “homem da capa”.
R7
No horário em que foi ao ar, das 12h53 às 14h30, o Balanço Geral marcou 14 pontos de média, 36% de participação e 17 pontos de pico. O telejornal traz reportagens exclusivas, investigação, séries especiais, denúncias e a defesa dos interesses do povo de Minas Gerais.

Mesmo quem não tem o hábito de assistir ao programa “Manhã Maior”, da Rede TV!, talvez tenha ouvido falar na apresentadora Keila Lima nesta quarta (31). A bela morena, que dividia o comando da atração com Daniela Albuquerque, abriu o coração ao vivo ontem, em seu último dia no ar.
Keila tirou o ponto eletrônico, alfinetou a ex-colega de programa (“quando me designaram para ensinar você, pensei: ‘será que vou conseguir?’”) e a estrutura do canal (“trabalhamos aqui com pouco recurso”). Daniela, visivelmente tensa, fez o que pôde para cortar a despedida. A cena foi parar no YouTube e se espalha rapidamente pelas redes sociais.
A seguir, Keila conta o que rolou.
VEJA SÃO PAULO — Sua saída se deve a alguma briga?
Keila Lima — Não, não houve briga nenhuma. Fui avisada da contratação da Regina Volpato (sua substituta no programa) e me acenaram com uma vaga na reportagem, mas não é o que quero. Pretendo investir na carreira de apresentadora.
VEJA SÃO PAULO — Já acertou sua ida para outro canal?
Keila Lima — Estou conversando com duas emissoras. Tive reunião ontem, outra está agendada para amanhã.
VEJA SÃO PAULO — Que canais?
Keila Lima — Não posso falar ainda. Queria muito poder contar, mas sabe como são essas coisas, né? Anunciar antes pode estragar tudo.
VEJA SÃO PAULO — Você disse que ensinou tudo para Daniela. Acha que ela foi ingrata?
Keila Lima — Não. Eu imaginei que ela fosse falar “obrigada” e me deixaria continuar minha despedida. Conheço Daniela há muito tempo. Assim como Datena e Claudete Troiano me ensinaram e foram meus modelos, ela aprendeu comigo. Quando você ensina uma pessoa que é mulher de alguém importante, seu trabalho é mais visto.
VEJA SÃO PAULO — Qual é sua opinião sobre Daniela como apresentadora?
Keila Lima — Acho que, como todo mundo, ela tem muito o que aprender. As pessoas a criticam muito por ela ter uma posição de destaque, socialmente falando.
VEJA SÃO PAULO — Se ela não tivesse essa “posição de destaque, socialmente falando”, estaria onde está?
Keila Lima — Não dá para a gente falar assim. Tem muita gente boa encostada, é verdade. Mas ela teve a sorte de se apaixonar por uma pessoa que tem uma emissora de TV. Ela deu essa sorte. Eu me formei com 21 anos e só consegui entrar em TV com 31.
VEJA SÃO PAULO — O desempenho de Daniela melhorou desde o início?
Keila Lima — Ah, muito. E é uma pessoa esforçada. Quando comecei a ensiná-la, trabalhava vinte horas por dia. Fazia matérias para o “Bom Dia, Mulher” e, depois, a encontrava para dar aulas de como pegar no microfone, o que é off, o que é locução… A Daniela vai melhorar mais, porque ela não tem preguiça.
VEJA SÃO PAULO — Vocês se davam bem?
Keila Lima — Muito. Nunca brigamos, pelo contrário. Nada de atrito de vaidades, a gente dividia bem.
VEJA SÃO PAULO — Por que tirou o ponto eletrônico durante sua despedida?
Keila Lima — Achei melhor pois eu só ia me despedir mesmo. Mas não estava levando bronca, nem nada.
VEJA SÃO PAULO — Há quem jure que você e Daniela bateram boca fora do ar.
Keila Lima — Um site publicou que a produção teve de separar a gente.
VEJA SÃO PAULO — E teve?
Keila Lima — Mentira! Ela só veio me falar que a RedeTV! tinha recursos, sim. Que tinha tecnologia. Expliquei que não somos a Globo e que a gente não tem dinheiro pra fazer tudo como gostaria.
VEJA SÃO PAULO — Sua despedida fechou portas para você na RedeTV?
Keila Lima — Não sei se seria motivo pra isso. Não ofendi nem diminuí o trabalho de ninguém. Não saí de lá com raiva e nem quis me vingar. Eu tinha orado antes de ir. Nunca faço as coisas sem pensar e sem pedir orientação do Senhor. Foi como tinha de ser. Ela não gosta muito desse negócio de despedida, então não achava que ela ia alongar muito isso. Quando você tem coração bom, não fica infeliz pelo sucesso dos outros.

Na manhã desta quarta (31), a Record divulgou um comunicado para dar sua versão sobre a saída do apresentador José Luiz Datena da emissora. Datena, que apresentava o programa “Cidade Alerta”, cumpriu apenas 43 dias do contrato que havia assinado com a emissora. Leia, na íntegra, o texto divulgado pela Record:
“A Rede Record de Televisão vem a público informar que, diante das acusações que vem recebendo do apresentador José Luiz Datena, é preciso esclarecer:
1- Durante o período em que o jornalista cumpriu seu contrato com a Record, Datena apresentava um programa, ao vivo, de pelo menos duas horas de duração, de segunda a sexta, em rede nacional. Em nenhum momento, ele ou o seu programa sofreram qualquer tipo de censura;
2- Como é de conhecimento público, e está documentado nos arquivos da Record e de dezenas de veículos de comunicação, Datena concedeu várias entrevistas nos 43 dias em que esteve aqui. Em algumas, descumpriu as normas de comunicação previstas em seu contrato e comuns a qualquer colaborador da Rede Record. Em uma delas, concedida ao jornal Folha de São Paulo, no dia 23 de julho, chegou a dizer que poderia voltar para outra emissora;
3- O vice-presidente de Jornalismo do Grupo Record, Douglas Tavolaro, superior imediato de Datena, conta como foi surpreendido pela decisão do apresentador: ‘No dia em que abandonou a prestação de serviço, em 29 de julho, um portal de internet publicou, minutos antes de o telejornal ir ao ar, que Datena deixaria a Record. Mesmo assim, nossa emissora permitiu que ele apresentasse o programa, ao vivo, por mais de duas horas, sem nenhum tipo de interferência. Prática comum de um grupo que respeita a liberdade de expressão e produz jornalismo independente’;
4- José Luiz Datena fez vários apelos para dirigentes da Record para que permitissem o seu retorno. ‘Foram várias reuniões até que decidimos o melhor acordo para as duas partes”, recorda Douglas Tavolaro. Depois de meses de negociação, o apresentador assinou espontaneamente o contrato para deixar a Rede Bandeirantes e retornar à Record. Junto com o contrato de cinco anos, Datena assinou um documento em que confessava ter uma dívida pelo rompimento de um contrato anterior com a Record, em 2003. Tal débito somente seria quitado com o cumprimento do novo acordo’;
5- É inadmissível que o apresentador use estratégias de difamação contra a Record para justificar manobras que pretendem protelar ou influenciar decisões jurídicas sobre o caso. A Record deposita confiança absoluta no judiciário, que vai analisar o zigue-zague profissional do jornalista à luz dos documentos assinados por ambas as partes”.
UOL