Quinzé: O galã de Fina Estampa estará no Domingão

Malvino Salvador participa do Domingão - Foto fria (Foto: Domingão do Faustão / TV Globo)
Malvino Salvador é uma das atrações deste Domingão (Foto: Divulgação / TV Globo)

Este Domingão está mais do que especial! Galã que é galã não foge dos questionamentos dos fãs. Sucesso em Fina Estampa como Quinzé, Malvino Salvador vai contar tudo sobre o personagem e responder às perguntas da plateia.

Laura Pausini participa do Domingão - Foto Fria (Foto: Domingão do Faustão / TV Globo)Laura Pausini promete agitar a sua tarde

Quem é que não se emociona ao ouvir a doce voz de Laura Pausini? Cantando ao vivo no palco do Domingão, a italiana vai relembrar os sucessos que marcaram a sua carreira.

Tem alguma dúvida sobre coluna? Neste domingo,  o quadro Tô a fim de sabermostra os cuidados que devemos ter com a nossa coluna em diferentes situações do dia a dia. Vale a pena prestar atenção!

E quem disse que mulher é o sexo frágil? O Maratoma do Faustão vai mostrar que elas são guerreiras! Dez belas enfrentam as provas mais difícieis da TV brasileira por um carro zero!

Para quem gosta de fechar o domingo com muitas risadas, o programa exibe as melhores videocassetadas da televisão. É riso na certa! Aproveite e envie a sua videocassetada você também!

Não perca! Todas essas atrações logo depois do futebol, a partir das 18h!

BBB 12: O prazo está se esgotando… Faltam 02 dias

Confira o recado do blog da produção do BBB 12:

Estamos nas últimas 48 horas de inscrição para o BBB12 e você está aí marcando bobeira?! Abrimos duas etapas – Regional e Nacional – para você entrar na casa, deixamos você enviar seu material tanto pela Internetquanto pelo correio, os ex-BBBs Maria e Mau Mau já mandaram seus recados, fizemos a Semana Nacional de Finalização das Inscrições e estamos aqui 24 horas por dia para conhecer você. Quer incentivo maior para participar desse jogo?!

Lista de Participantes BBB12 

Nostalgia: Uma noite especial com Cássia Eller

Por Renato Kramer

 

Ontem no final da noite a TV Cultura (SP) apresentou, em seu programa “Repertório Popular”, uma pérola rara da MPB: o show “Violões”, de Cássia Eller –gravado no Teatro Franco Zampari (SP), em 1996.

 

Acompanhada pelos talentosos violonistas Walter Villaça e Luce Nascimento, Cássia Eller apresentou um repertório da maior qualidade. “Nós”, de Tião Carvalho abriu o espetáculo. “Eu soube que disseram por aí –e foi pessoa séria quem falou, você estava com saudades de me ver”, diz a letra. E é bem verdade. Estava com saudades de Cássia Eller.

 

“Try a Little Tenderness” (J. Campbell, R. Connelly e H. M. Woods) é a segunda canção apresentada, e a única estrangeira. Em seguida, a cantora parte para Frejat e Cazuza, com “Blues da Piedade” –”vamos pedir piedade, Senhor, piedade pra essa gente careta e covarde”.

 

No palco do Franco Zampari, sob o efeito de uma bela iluminação, Cássia Eller, com seus cabelos raspados zero, ladeada pelos dois violonistas de cabelos longos –faz uma figura teatral e carismática– interpretando as canções com um diferencial todo seu de energia, com um jeito moleque de soltar a voz potente.

 

“Eu só peço a Deus um pouco de malandragem, pois sou criança e não conheço a verdade” –canta ela na sequência, o que talvez tenha sido o seu maior sucesso popular– sempre de Cazuza e Frejat (Malandragem).

 

“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”, diz a letra da música de Renato Russo (Primeiro de Julho) que Cássia passa a cantar. Na seguinte, mostra todo o seu carisma e a sua ‘malandragem’, interpretando ECT –de Nando Reis, Marisa Monte e Carlinhos Brown. “Tava em casa, a vitamina pronta– ouvi no rádio a minha carta de amor” –marca registrada da cantora.

 

Logo após um rápido intervalo, Teco Cardoso, o apresentador do programa, dá flashes da trajetória da cantora carioca, que até tentou uma carreira lírica. Mas seu traquejo era mesmo popular. E dos melhores. Demonstra isso claramente na canção que começa em seguida: “Rubens” (Mário Manga).

 

Para começo de conversa, os violonistas arrasam no ‘dedilhado’. E a letra de “Rubens” é um prato cheio para o doce ar de transgressão da cantora: “a sociedade não gosta, o pessoal acha estranho, nós dois brincando de médico, nós dois com esse tamanho!”. Para arrematar, a cantora se esbalda nos versos seguintes: “minha mãe teria um ataque; teu pai, uma paralisia –se por acaso soubessem que a gente transou um dia. Rubens, eu acho que dá pé– é, esse negócio de homem com homem, mulher com mulher”.

 

“Socorro, eu já não sinto nada –em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada”– é a vez da canção “Socorro”, de Arnaldo Antunes e Alice Ruiz. “Sei que vou morrer, não sei o dia” –cantou Cássia Eller numa releitura de “Na Cadência do Samba” (Ataulfo Alves, Paulo Gesta e Matilde Alves). A cantora veio a falecer no dia 29 de dezembro de 2001, aos 39 anos, no auge de sua carreira, em razão de um infarto do miocárdio.

 

“Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre… sem saber que o ‘pra sempre’ sempre acaba!”. Foi a canção que veio a seguir: “Por Enquanto” (Renato Russo). “Uma noite longa, pra uma vida curta – mas já não me importa…”, cantou Cássia Eller já no finalzinho do show. (‘Lanterna dos Afogados’ – Herbert Vianna).

 

Para terminar a transmissão de “Violões” e desfazer-se uma certa ‘fantasia utópica’ de que por alguns momentos se pode pensar, sem pensar realmente, que a cantora ainda estava ali, tão viva, tão próxima, tão cheia de energia… Cássia Eller nos deixa uma mensagem intensa com a sua voz marcante e inconfundível, na poesia nua e crua de Renato Russo: “os PMs armados e as tropas de choque vomitam música urbana –e nas escolas, as crianças aprendem a repetir a música urbana; nos bares, os viciados sempre tentam conseguir a música urbana”. “Música Urbana 2″ (Renato Russo). “Não há mentiras nem verdades aqui –só há música urbana”.

 

 

 

 

Disputa judicial sobre Louro José volta à 1ª instância

Por Roberto Kaz

 

Louro José não foi julgado culpado. Nem inocente. Mas foi julgado.

Em maio, o desembargador José Carlos Ferreira Alves, da 2ª Câmara de Direito Privado de São Paulo, votou pela anulação, em segunda instância, do processo que envolve o papagaio de espuma.

Fiel escudeiro da apresentadora Ana Maria Braga desde 1997, Louro José virou alvo de disputa em 2004, quando os artistas Antonio Marcos Costa de Lima e Renato Aparecido Gomes resolveram reivindicar a autoria do boneco -registrado em nome de Ana Maria e Carlos Madrulha, seu empresário.

Reprodução
Desenhos originais do Louro José, de autoria da dupla Lima e Gomes
Desenhos originais do Louro José, de autoria da dupla Lima e Gomes

Em 2005, Lima e Gomes –especialistas em criar bonecos para programas infantis– venceram a ação em primeira instância. Por lei, o direito de imagem é de quem desenha, e não de quem concebe.

Madrulha apelou ao Tribunal de Justiça, onde a ação permaneceu por seis anos, até ser anulada, em maio, por falta de provas. Na prática, isso significa que o caso, que corre em segredo de justiça, volta à estaca zero.

Sérgio Fama D’Antino, advogado de Carlos Madrulha e Ana Maria Braga, se diz contente com a decisão: “Agora haverá uma instrução das provas, que é o que pleiteamos na acusação”.

Márcio Carvalho da Silva, defensor dos artistas Lima e Gomes, também comemora: “O juiz de primeira instância achou suficiente julgar com base em declarações da Ana Maria Braga na TV [onde, supostamente, ele teria dito não saber desenhar]. Julgamento antecipado é uma caixinha de surpresas.”

Caso percam a ação, Ana Maria e Madrulha terão que pagar uma multa retroativa pelos 14 anos em que o papagaio esteve na TV.

Procurada, Ana Maria não quis se declarar.
A Globo diz que “não comenta questões sub judice e, neste caso, não é parte no processo”.

O ‘vira e mexe’ das programações das emissoras

Trata-se da mudança de horário que algumas emissoras de TV constuma fazer em suas programações, sejam com o objetivo de conquistar índices satisfatórios em audiência, realizar uma cobertura especial, ou até mesmo pela falta de decisão da alta cúpula da emissora, que de uma forma ou de outra indignam e decepcionam o telespectador.

Por que não falarmos da recente alteração que a Rede Record promoveu em sua programação, tudo isso para dar lugar a exibição do Pan de Guadalajara. Evento esse que a emissora apostou todas as fichas em busca de um melhor desempenho no ranking de audiência, e que infelizmente tem feito a emissora perder em vários momentos a vice-liderança para o SBT (embora conquistando a liderança em alguns estados), além de ver atrações que alcançavam uma audiência satisfatória para a emissora descer a ladeira do fracasso.

Um exemplo desse reflexo negativo na mudança de horário se vê no desempenho da novela “Rebelde”, que facilmente se isolava na vice-liderança com uma média de 10 pontos, e atualmente vem conquistando a 4ª colocação, perdendo muita das vezes para a Rede Bandeirantes.

Outra emissora que pagou caro pelas mudanças de horário em sua programação foi o SBT. Quem não se lembra da época que a emissora trocava diversas veses suas atrações de horário, e pior, em alguns casos sem nenhum prévio aviso ao telespectador? Resultado, a emissora de Silvio Santos perdeu boa parte de seu público para a concorrência, e com isso, a vice-liderança que a emissora tanto preservava foi para as mãos da Record, atual vice-lider.

Embora outras emissoras tenham por costume alterar com tanta facilidade suas programações, a TV Globo tem feito de tudo para não cometer tais erros. A emissora carioca que atualmente vem sofrendo problemas com o desempenho de atrações como Malhação, Hipertensão (Que terminou esta semana), Xuxa e vários outros programas, ainda consegue manter o padrão Globo de fixação de horário em alta. As alterações feitas na programação da emissora carioca são tão minúsculas, que em alguns casos tornam -se invisíveis aos olhos do telespectador.

Porque não falar do Jornal Nacional, que após tanto tempo as 20h15 passou a entrar no ar às 20h30.
Como se pode observar, as emissoras de tv precisam tratar com mais respeito e carinho o publico que prestigia suas programações diariamente. Do contrário, o público troca de canal e muda todo o cenário de audiência das emissoras.


Edição: Carlos E. R. Amorim | Supervisão: 
Gabriel N.

Exclusivo Todo Canal.

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É OURO: Brasil vence Cuba na final do vôlei masculino dos jogos Pan-americanos de Guadalajara

Com 3 sets a 1 (25-11, 24-26, 25-18, 25-19), o Brasil vence a seleção de Cuba e garante mais uma medalha de ouro.

Brasil faz 25 a 19 sobre Cuba no quarto set, faz 3 a , fica com o ouro e o bicampeonato pan-americano.

Pan de Guadalajara: Futebol uruguaio dá lição ao Brasil

Medalhas de bronze não costumam merecer mais do que um registro simples, de uma linha, ao final dos relatos sobre as vitórias e conquistas em eventos como o Pan. É natural que seja assim. No caso do futebol, em que o Brasil deu vexame e foi eliminado na fase classificatória, é provável, e até compreensível, que a medalha de bronze nem tenha merecido uma linha no noticiário.

O bronze obtido pela seleção do Uruguai, porém, é digno de uma nota maior. Por culpa de um vulcão no Chile, a equipe chegou com atraso a Guadalajara, obrigando a organização dos Jogos a adiar a sua primeira partida, contra Trinidad e Tobago.

Por conta disso, a Celeste disputou cinco partidas em oito dias. No momento mais importante, entre o fim do jogo remarcado contra a equipe caribenha, no dia 25, a partir das 10h, e a semifinal contra a Argentina, no dia seguinte, às 20h, houve um intervalo de apenas 32 horas – menos da metade do tempo (72 horas) recomendado pela Fifa.

O clássico entre uruguaios e argentinos foi duro e catimbado como sempre. Houve troca de ofensas na saída para o túnel ao fim do primeiro tempo e muitas faltas. A Argentina venceu por 1 a 0 e foi para a final.

Apenas 48 horas depois de perder para os “hermanos”, o Uruguai conquistou a medalha de bronze, vencendo a Costa Rica por 2 a 1 (na foto, os jogadores comemoram a conquista). Esta poderosa seleção, como todos devem lembrar, havia eliminado o Brasil por 3 a 1 na fase classificatória.

Sou muito fã do futebol uruguaio. A seleção que veio ao Pan não fez uma boa campanha, mas pode dizer que foi prejudicada pelo absurdo calendário dos Jogos. E, além de não dar vexame, como o Brasil, ainda faturou um bronze. Nada mal.