“Sou a gostosa”, diz nova integrante do ‘Saia Justa’

A jornalista Barbara Gancia tem 55 anos Foto: Fernando Borges / TerraO GNT apresentou em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (20) em São Paulo o novo cenário doSaia Justa e suas novas integrantes, que no bate-papo com a imprensa já mostraram um pouco de como será o programa. Quando uma repórter questionou qual seria o perfil de cada uma nesta nova fase, a jornalista Barbara Gancia, 55 anos – a mais velha das novas participantes -, respondeu rapidamente: “sou a gostosa!”. Completam o time de apresentadoras a jornalista Astrid Fontenelle e as atrizes Mônica Martelli e Maria Ribeiro.

 

Astrid, no entanto, não concordou com a ideia de que cada uma das participantes representará uma personalidade no programa. “A gente não representa nenhum papel, a gente simplesmente é o que é. Isso aqui é a vida real, com o conhecimento que a gente tem, os jornais que a gente leu”, justificou. Apesar de já terem gravado vários pilotos, elas afirmaram não imaginar como o público vai identificar cada uma.

 

Barbara disse ainda que o objteivo das novas integrantes é fazer discussões em nível elevado. “Não queremos que o telespectador perca o tempo dele”, explicou. Ela garantiu também que nenhum assunto é proibido. “Antes de começar a gravar os pilotos, eu perguntei se algum assunto era proibido e me disseram que não. Então não tem censura, só tem que ter bom senso e educação”, resumiu.

“O ‘Saia Justa’ é como um ‘Big Brother'”, diz Maria Ribeiro

 

Aos 37 anos, a atriz é a mais jovem das novas integrantes do programa Foto: Fernando Borges / Terra
atro integrantes do novo Saia Justa, a atriz Maria Ribeiro disse em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (20) em São Paulo que o programa do GNT tem muito de reality show. “É como um Big Brother, só que com gente falando coisas mais…”, comparou, sem saber muito bem como terminar a frase.  “Ai, agora me ferrei!”, exclamou logo em seguida. A também atriz Mônica Martelli tratou de ajudar a colega rapidamente: “assuntos mais consistentes!”.

 

Além de Maria e Mônica, completam o novo time de participantes do Saia Justa as jornalistas Barbara Gancia e Astrid Fontenelle. Esta última tem a tarefa de substituir Mônica Waldovogel, que estava desde a estreia, em 2002, no comando da atração. “É uma responsa bem grande, porque é um programa muito importante para o GNT, uma marca solidificada. Ah, vou falar palavrão, porque eu sou desbocada, é um programa f…!”, comentou.

 

Maria também aproveitou a oportunidade para elogiar o trabalho de Astrid. “Ela é a maior apresentadora da TV brasileira, sou muito fã dela desde o Barraco MTV“, disse, referindo-se a um programa de debates que a jornalista apresentou na emissora. A atriz ainda comentou o formato do Saia Justa. “É um programa revolucionário na TV brasileira, apresentado por quatro mulheres interessantes”, completou.

Na nova fase, o cenário do programa ganha a possibilidade de ter uma plateia, permitindo que a atração receba convidados. Considerada um dos carros-chefes do canal e há 11 anos em exibição, a atração contou com a participação de 12 mulheres e quatro homens. A estreia do novo Saia Justa será no dia 6 de março.

Maria Ribeiro vive sua primeira protagonista na Record

maria ribeiroPor Márcio Maio

Maria Ribeiro se arrisca a afirmar que a policial Marília, de Poder Paralelo, já é um dos papéis de sua vida. A atriz não consegue passar mais do que dois minutos sem valorizar o texto e a densidade da história de Lauro César Muniz.

E se apega nessas características para deixar claro que, independentemente de números de audiência, a novela já tem um peso maior que as outras em seu currículo. “É um trabalho que respeita a inteligência do público e de toda a equipe envolvida. Não fazemos pensando no que a classe E vai entender porque não desvalorizamos sua capacidade de raciocínio”, enfatiza a atriz, mostrando sua visão crítica em relação à TV aberta.

Para Maria, a principal diferença entre Poder Paralelo e outras produções do mesmo gênero é “a vontade de subir o nível intelectual da programação da TV nacional”. Mesmo que isso não garanta resultados comerciais extraordinários.

“Sucesso não é sinônimo de qualidade. Acho o Big Brother Brasil e as músicas da Carla Perez horríveis e fazem sucesso”, dispara, sem papas na língua, ao comentar os já satisfatórios 15 pontos de média que a novela tem alcançado. Mas a defesa da atriz é, de certa forma, parcial, já que ela representa sua primeira protagonistas na TV. Na trama, Marília é o par romântico do delegado honesto Téo, de Tuca Andrada. “Nunca gravei tanto. Tenho trabalhado muito, mas compensa”, pondera.

Tantas cenas rodadas – incluindo as seqüência do seqüestro de sua personagem, que ajudaram a introduzir o tema central da máfia na novela – já trazem bons frutos. Maria percebe nas ruas alguns telespectadores que a reconhecem em função de seu atual trabalho. E que, quase sempre, brincam com o fato de Marília ser uma policial. “É engraçado como isso mexe com as pessoas. Mas quando recebi o papel, não pensei que uma mulher na polícia ainda poderia surpreender”, minimiza.

Sem sair do ar
Poder Paralelo é a quinta novela de Maria na Record. Isso em apenas cinco anos. A atriz participou da fracassada Metamorphoses, projeto da produtora Casablanca exibido pela emissora, em 2004, mas logo foi afastada e emendou de cara com A Escrava Isaura, folhetim que deu o pontapé inicial na nova fase de teledramaturgia da empresa. De lá para cá, já esteve também em Prova de Amor e Luz do Sol. “A Record me deu visibilidade na TV. Estreei em 1995 e, até 2003, não tinha me encontrado no veículo”, recorda.

Mesmo contratada da Record, Maria não pensa em largar sua vontade de atuar em outros veículos. A atriz se prepara para colocar em circuito nacional o primeiro longa que dirigiu, Domingos, documentário em homenagem ao ator, diretor e dramaturgo Domingos de Oliveira. A produção do filme levou sete anos, entre 2002 e 2009. “Foi um trabalho lento, mas muito prazeroso. Mesmo assim, não me enxergo como diretora. Não tenho vontade de fazer isso em uma novela, por exemplo”, avalia ela, que também dirigiu o curta Vinte e Cinco, em 2001.

Além de assistir aos capítulos de Poder Paralelo, sempre que pode, Maria faz questão de ver Caminho das Índias. A atriz é casada com Caio Blat, que interpreta o inconformado Ravi na trama de Glória Perez. “Um tem de dar força para o outro”, justifica. Ela só vê um problema em não ser contratada da mesma emissora que o marido. “Só não vamos trabalhar juntos ou garantir férias no mesmo período. Mas agora, por exemplo, estamos os dois no ar”, explica.

Instantâneas
# Maria Ribeiro foi casada com o ator Paulo Betti, pai de seu único filho, João, de seis anos.
# Poder Paralelo marca a primeira vez de Maria Ribeiro com o cabelo pintado. “Sempre gostei de chegar dez minutos antes de gravar, mas agora preciso fazer escova, demora bastante. Fora a grana que tenho gastado com xampu. Antes eu comprava qualquer um”, entrega, rindo.
# A atriz é formada em Jornalismo, mas nunca atuou na profissão. “Minha mãe queria que eu tivesse um diploma diferente”, explica.
# Maria é da primeira formação do grupo teatral Atores de Laura, da Casa de Cultura Laura Alvim, do Rio de Janeiro. Ela começou a carreira ao lado do colega de emissora Ângelo Antônio, que interpreta o traficante Nando em A Lei e o Crime.

Globais vão a festa de lançamento de novela da Record

poder_paralelo_caio-blat-cristiane-torloni

Caio Blat, Christiane Torloni, Maria Ribeiro e Ignácio Coqueiro

Caio Blat e Christiane Torloni estão em “Caminho das Índias”, da TV Globo, mas tiraram a noite de segunda-feira para conferirem a festa de lançamento da novela “Poder Paralelo”, da TV Record.

Os dois, na verdade, foram prestigiar seus respectivos companheiros. Blat estava ao lado da namorada, a atriz Maria Ribeiro, e Christiane acompanhou o marido, o diretor Ignácio Coqueiro, que assina a direção geral de “Poder Paralelo”.

Tanto Blat, quanto Christiane conversaram com os colegas de profissão e curtiram a festa até o final.

Record vai exibir filme Tropa de Elite

tropa_elitePor Patrícia Kogut

A Record acaba de anunciar que vai exibir o longa-metragem ‘Tropa de elite’, de José Padilha, que tem em seu elenco Wagner Moura, Caio Junqueira e Milhem Cortaz. A exibição está prevista para o fim do ano, no pacote de filmes a serem exibidos nos especiais.

“Poder Paralelo” é o título da próxima novela da Record

paloma_duarte

Paloma Duarte estará em Poder Paralelo

A direção de teledramaturgia da Rede Record definiu, nesta data, que o título da nova novela de Lauro César Muniz, dirigida por Ignácio Coqueiro, é “Poder Paralelo”.

A estréia está prevista para a segunda quinzena de março e substituirá a novela “Chamas da Vida”.

A trama já está com o elenco fechado. Confira alguns nomes: Gabriel Braga Nunes (Tony Castellmare), João Vitor (Eduardo), Miriam Freeland (Ligia Brandão), Gracindo Jr. (Dom Caló), Petrônio Gontijo (Rudi), Rogério Froes (Elias Grazie), Augusto Zacchi (Domi Santino), Xandó Graça (Silvio), Nicola Siri (Paulo Garzia), Sonia Lima (Tânia Garzia), Adriana Londoño (Nícia Silva), Lucas Cotrim (Gustavo), Julia Oliva (Juliana), Daniela Galli (Marina di Salataruta), Manuelita Lustosa (Sonia), Sonia Guedes (Berenice), Rodrigo Penna (Alberto), Maria Ribeiro (Ana), Adriana Garambone (Maura), Paloma Duarte (Fernanda), Maria Silvia (Nida), Adriana Prado (Neide), Guilherme Boury (Pedro), Fernanda Nobre (Marília), Miguel Thiré (Douglas), Cécil Thiré (Armando), Eliana Guttman (Dulce), Bete Coelho (Vânia), Antonio Abujamra (Marco Lago), Castrinho (Leonel), Patrícia França (Nina Santana), Benvimdo Sequeira (Vitor), Luma Costa (Bebel) e Bruna Pietronave (Bruna).