Karina Bacchi diz estar arrependida de ter pousado nua.

Ela Recentemente deu uma entrevista para o site do Terra, onde ela expressou seus sentimentos pela Fazenda, Simple Life, sua ONG, os seus arrependimentos, Playboy, Novelas e  Paris Hilton.

O seu desejo é voltar a fazer “Simple Life”, mas será que ela gostaria de fazer com “Val Marchiori”.

Terra – Bom, vamos começar falando de A Fazenda
Karina Bacchi – Eu gosto muito de ver! Essa eu estou conseguindo ver direito. Estou tendo mais tempo! Já faz um tempo, então estou conseguindo me distanciar das minhas lembranças de lá. Foi bem difícil!

Terra – Você ganhou A Fazenda em 2009. O que isso trouxe de positivo pra você, além do dinheiro? O que você aprendeu com o reality show?
Karina Bacchi – Acho que, primeiro, foi um grande exercício de tolerância. É muito intenso. Todas as emoções ficam à flor da pele. Aprendi a exercitar a tolerância, a paciência, a convivência. Além de tudo isso, acho que vencer e ser aceita pelo público foi muito bom. Acho que fortaleceu algumas qualidades que eu tinha e achava bacana. O público me confirmou isso. Eu me senti bem. Foi um banho de autoestima. (risos)

Terra – Do que você se arrepende? Participaria de novo de um reality show de confinamento ou de um tipo deSimple Life (2007)?
Karina Bacchi – Não me arrependo de nada que fiz. Imagina! Mas não faria de novo. Acho que o Simple Life sim, que não é uma competição. Acho que depende muito do conteúdo, porque eu participei do Dança com os Famosos (2004) e foi muito diferente, bacana. Não posso dizer que nunca mais participaria de um reality show. Às vezes é algo tão diferente que eu participaria sim. Agora, no mesmo estilo de A Fazenda, não. Acho que já foi muito, né?!

Terra – É, você ficou três meses…
Karina Bacchi – É, três meses! É muito difícil. As pessoas que assistem não têm ideia. Pensam: “não é tão complicado. Devem receber notícia das pessoas aqui de fora”. Eles não têm ideia. É muito mais difícil até do que eu imaginava que seria. Apesar de alguns amigos, ex-participantes, terem falado: “se prepara para o pior”. Fui preparada para o pior, mas foi muito pior do que isso! (risos). Mas eu tenho uma facilidade. Sou muito tranquila no dia a dia aqui fora, então não precisava me esforçar. Sempre procurei ouvir os outros, entender. É uma habilidade interpessoal importante, que eu já tinha.

Terra – Você doou todo o seu prêmio para obras de caridade?
Karina Bacchi – Todo para a ONG Florescer. E não era esse prêmio que é hoje, de R$ 2 milhões. Era R$ 1 milhão e isso, para uma instituição de caridade, que cuida de um monte de crianças, é algo que vai muito rápido. A ONG tem um custo muito grande. O prêmio veio em ótima hora. Um momento em que estava passando por dificuldades, exigindo muitos eventos para conseguir mais dinheiro. Foi bom, deu para dar uma respirada.

Terra – Tem um palpite de quem pode levar A Fazenda 5
Karina Bacchi – Olha, cada semana isso vai modificando. A gente começa gostando de um, mas o tempo passa e, nas duas últimas, aquela pessoa que você nem imagina, que por pressão, falta de equilíbrio, se transforma em uma coisa totalmente diferente. Acho o Felipe (Folgosi) um forte candidato pelo equilíbrio mental dele. Gosto da Nicole Bahls. No começo, achava que ela não falava nada com nada. Mas depois vi que ela é engraçada, espontânea. Ela atraiu minha atenção. Não sei se faz dela uma vencedora, porque depende de como você se relaciona, de como se dedica, se vai bem nas provas. O Léo Áquila está indo bem também.

Terra – Você começou muito nova a carreira de modelo, quando tinha quatro anos. Atrapalhou sua infância de alguma forma?
Karina Bacchi – Não, de forma nenhuma. Ainda morava no interior. Tive uma vida muito saudável, de fazer piquenique, brincar. O fato de trabalhar era uma diversão a mais. Não deixei de brincar para fazer os meus trabalhos. E tudo tinha muita criatividade, espontaneidade. Foi muito bacana também porque tive consciência do que era ter o meu dinheiro. Tudo o que eu ganhava, era meu. Hoje, com o que eu tenho, as pessoas veem meu carro, minha casa e pensam: “não é possível que ela não tenha ficado com nada do prêmio da Fazenda“. Mas eu já tinha tudo isso antes. Gosto de comprar minhas coisas, minhas roupas, mas sempre trabalhei, sempre tive essa consciência de poupar.

Terra – Você tem a ONG Florescer, que toca com a sua mãe. Escreveu um livro infantil em 2004, o Feliska. Como é sua relação com o público infantil? Gostaria de ter um projeto na TV voltado pra isso?
Karina Bacchi – Já tive esse sonho. Hoje em dia não faz mais parte dos meus planos, porque acho que não tenho nem espaço para isso. Minha relação com elas veio naturalmente. Mesmo nas outras coisas, não só na ONG, mas na rua, quando faço evento, elas vêm falar comigo. É natural.

Terra – Sonha em ser mãe?
Karina Bacchi – Sonho. Tenho muita vontade, mas não agora, daqui alguns anos só.

Terra – Você fez trabalhos na Globo que tiveram boa recepção do público, como a Tina em Da Cor do Pecado(2004), que era divertida…
Karina Bacchi – Aliás, foi o personagem que eu mais me identifiquei, que mais me realizou. Por ter esse lado alegre, durante quase um ano eu me diverti muito. A Tina foi uma grande realização.

Terra – Não sente falta das novelas, de atuar?
Karina Bacchi – Não sinto, para falar a verdade. Esse foi um personagem que me marcou muito. Gostei da Tina porque tinha uma espontaneidade, tudo muito parecido comigo. Com o decorrer do tempo, eu peguei personagens que se distanciavam da Karina. Não me realizava tanto, porque chegou em um ponto em que eu queria escolher muito. Pensava: “nessa cena, eu vou dar mau exemplo”. Comecei a julgar demais os personagens. E um ator não pode fazer isso, ele precisa estar ali à disposição do autor. Então, não dava. Mas os convites surgem até hoje.

Terra – Já se arrependeu de alguma coisa na sua carreira?
Karina Bacchi – A única coisa que eu me arrependo foi de ter feito foi a Playboy e não incentivo ninguém a fazer. Naquele momento, foi interessante. Foi quase um grito de rebeldia. Foi desnecessário. Pensando hoje, eu vi que foi uma rebeldia desnecessária. Um querer ser ousada em uma coisa que não tinha necessidade.

Terra – Você é considerada um símbolo sexual, posou para a Playboy, fez vários ensaios sensuais, entrou em listas de mais sexy. A beleza já atrapalhou você em alguma coisa? Já foi um fardo?
Karina Bacchi – De forma alguma. Até porque o brasileiro não tem isso, de julgar assim. Acho que já foi tempo de que, porque você é bonito, não é reconhecido ou daquela coisa de não quero ser reconhecida só pelo meu corpo. Faz parte da mulher brasileira, nós temos curvas. Não é algo só meu. Nunca foi um fardo, nunca atrapalhou em nada. De forma alguma.

Terra – Já fez ou faria alguma cirurgia plástica? Mudaria alguma coisa no seu corpo atualmente?
Karina Bacchi – Hoje, não. Estou super satisfeita. Mas eu fiz lipoaspiração quando eu tinha uns vinte e poucos anos.

Terra – No Pop Up, seu programa na Mix TV, você fala sobre celebridades. Como é ser famosa e ter que falar sobre esse assunto? Tenta ser mais cuidadosa?
Karina Bacchi – Tento, tento sim. Às vezes a pauta chega de um jeito e eu falo com a diretora para trocar o modo de perguntar alguma coisa, porque eu não gostaria que fosse perguntado para mim daquela forma. Mas, logo que eu fui chamada, quando eu fui contratada, já tive essa preocupação e me deixaram tranquila. Falaram que não era de fofoca, que não ia partir para o lado ruim. E a gente tem entrevistas exclusivas de uma agência de Londres, com making of de filmes. Faço porque é um programa que eu gostaria de assistir.

Terra – Se não fosse a Karina Bacchi, quem gostaria de ser?
Karina Bacchi – Se eu não fosse famosa, gostaria de ser eu mesma só que anônima. Tem tanta gente que é mais feliz do que os famosos. Acho que até por isso dou muito valor para a minha vida pessoal.

Terra – No Pop Music Festival, você encontrou a Paris Hilton, a entrevistou para o seu programa na Mix TV. Como foi esse encontro? Chegaram a falar de Simple Life?
Karina Bacchi – Ela me surpreendeu. Achava que ela era fresca, antipática, mas comigo ela foi tão gentil! Ela me desbancou. Na hora da entrevista, ela ficava me elogiando: “você é tão linda! Parece uma bonequinha”. E eu ficava: “quem parece é você”. Ficamos nessa troca de elogios. (risos). Nós falamos de Simple Life, entreguei o livro que eu fiz com a Tici (Ticiane Pinheiro, colega de elenco no reality show). Ela ficou super surpresa. Achou super bacana e disse que ia ler. Levei o DVD do Simple Life dela, eu tenho todos. Mas acabou não dando tempo dela autografar, porque ela estava atrasada para o show.

Terra – Qual seu maior sonho? Tem algum sonho de consumo?
Karina Bacchi – Não tenho ambições assim. Não vivo pensando que eu só vou ser feliz se realizar tal coisa. Vivo cada momento tentando ser feliz, valorizando as pequenas coisas.

Terra – Você não fala muito sobre sua vida pessoal, tenta deixar isso longe dos holofotes. Você está namorando? O que um homem precisa ter para conquistar a Karina Bacchi?
Karina Bacchi – Olha, o que ele precisa ter não adianta mais porque eu já estou conquistada. (risos)

Terra – Então, o que ele tem que te conquistou? Ele é famoso?
Karina Bacchi – Não é famoso. São tantas qualidades que eu admiro, que eu não sei. (risos) A gente tem uma sintonia, é mais do que ser isso ou aquilo. Temos formas parecidas de pensar. Isso é muito importante porque você consegue fazer planos, caminhar na mesma direção. Eu acho que estar acessível emocionalmente, não ter vergonha de sentir, é importante. Além disso, tem que querer estar junto.

Terra – Mas você já casou?
Karina Bacchi – A gente ainda não casou de papel passado, mas é quase isso. Estamos juntos há anos. As pessoas é que não sabem, porque eu quis que fosse assim. É mais confortável que seja assim.

Divulgação:Terra

Paredão: Rafa ou Yuri , quem deve sair ?

Segundo nossa enquete, rafa deve ser o eliminado desta noite.

Record vai ser processada pela federação de futebol do Rio de Janeiro

O presidente da comissão de arbitragem da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), Jorge Rabelo, anunciou que vai processar a TV Record pela denúncia de manipulação de jogos no campeonato carioca. Segundo ele, a matéria com dois ex-árbitros da Ferj, que aparecem ocultamente na reportagem, é infundada e leviana.

“Ficamos perplexos. É uma reportagem leviana e sem fundamentação. Foi uma covardia e a partir de agora as medidas serão tomadas”, disse Rabelo ao Terra.

A matéria foi também conduzida ao Ministério Público (MP), que ajudará na investigação. As ações judiciais serão movidas na próxima segunda-feira na Justiça e no MP carioca. Rabelo disse também que a entidade já identificou os dois juízes, que fazem parte de um grande rol de árbitros afastados dos quadros por má conduta.

Nos últimos quatro anos, foram afastados no Rio de Janeiro 236 árbitros e assistentes por problema físico, técnico ou de conduta. “Esses dois elementos que deram as declarações disseram que participaram de esquemas, então são criminosos e réus confessos”, declarou o presidente da comissão.

Ele afirmou que a entidade conduz de forma transparente a comissão de árbitros e todos cartões vermelhos dados pelos juízes nos jogos estão disponíveis em vídeo na Ferj ou no site da entidade. “Nosso trabalho é pautado em disciplina, organização e planejamento. Quem não se adequar está fora. Até hoje, (os supostos prejudicados) América, Duque de Caxias e Rezende não protocolaram nada aqui. São quatro anos sem nenhum questionamento em 17 competições anuais”, finalizou.

Terra

Record se explica sobre Ibope do R7

Em razão da matéria publicada no Portal Imprensa em 21 de janeiro, o Grupo Record de Comunicação vem a público esclarecer que:

Não é verdade que a matéria exibida pelo programa Domingo Espetacular no dia 17 de janeiro, sobre a audiência de portais da internet, tenha sido distorcida em favor do R7, que também pertence ao Grupo Record. O Portal Imprensa divulgou ontem que, motivados por essa suposta distorção de dados, UOL, Terra e Globo teriam decidido notificar a Rede Record.

Segundo o Portal Imprensa, os concorrentes do R7 criticam o fato de a reportagem do Domingo Espetacular ter comparado a audiência de um portal completo (R7) com os índices de portais de notícias (G1, UOL Notícias, Terra Notícias, Último Segundo). O Ibope também discorda da comparação.

O que a reportagem faz, ao ter acesso a dados exclusivos dos assinantes do Ibope, é seguir a lógica que condena. Compara o R7 com portais horizontais como Globo.com, UOL, Terra e IG. Como é de conhecimento público, o R7 é um portal vertical que ainda não contempla ferramentas como e-mail, provimento de acesso, salas abertas de chat e outros serviços oferecidos e comercializados por esses portais horizontais. O R7 classifica o conteúdo de acordo com a realidade. Não trata serviços como se fossem notícias.

A verdade é que a comparação dos dados apresentada pelo Domingo Espetacular é a justa: traçar uma régua de comparação entre conteúdos semelhantes. Ou seja, com aquilo que existe de fato. O que não é correto é comparar a audiência de canais de portais horizontais unicamente com a do canal de notícias do R7, como fez o Portal Imprensa.

O Grupo Record de Comunicação reafirma o êxito do portal R7 após 100 dias no ar. Os internautas brasileiros são testemunhas deste sucesso.

São Paulo, 22 de janeiro de 2010.

CENTRAL RECORD DE COMUNICAÇÃO

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Portais decidem notificar a Rede Record por uso distorcido de dados do Ibope

Portais decidem notificar a Rede Record por uso distorcido de dados do Ibope

Por Thaís Naldoni e Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA

Três dos maiores portais do país (UOL, Terra e Globo) decidiram notificar a Rede Record por divulgação de dados de audiência da internet de maneira distorcida.

No último dia 17/01, o programa “Domingo Espetacular” apresentou dados de audiência que mostravam o portal R7, da Record, como o segundo maior do Brasil em páginas vistas (page views) e o quarto se levados em conta os visitantes únicos (unique visitors). Uma matéria intitulada “Portal R7 comemora sucesso depois de cem dias no ar”, com as mesmas informações, chegou a ser veiculada no site.

Para chegar a esses índices de audiência, a Record misturou dois critérios: comparou o total da audiência do seu “Brand” (ou marca) com números de subdomínios de outros portais (ou seja, a audiência parcial dos concorrentes). Como o Ibope não autoriza esse tipo de comparação de dados gerais com dados de subdomínios, a Record apresentou ao público um ranking inexistente para o Instituto.

O Portal IMPRENSA teve acesso às medições de unique visitors de dezembro de 2009 da categoria Notícias (News & Information) -levando em conta acesso em residências e em local de trabalho- que mostram que o R7 (só o noticiário) está em nono lugar, com 1,885 milhão de visitantes únicos.

À frente dele, estão Globo Notícias (tudo da Globo, incluindo G1, site do jornal O Globo, Jornal Nacional, SPTV, Bom Dia Brasil etc.), com 13,5 milhões de visitantes únicos; UOL Notícias (noticiário do UOL e da Folha Online), com 10,8 milhões de visitantes únicos; Terra Notícias, com 8,47 milhões; IGNews/Último Segundo, com 4,15 milhões; Estadão, com 3,64 milhões; Yahoo News, com 2,73 milhões; e MSN News, com 1,97 milhão de visitantes únicos em dezembro.

Considerado na íntegra (todas as categorias), o R7 teve em dezembro 4,822 milhões de visitantes únicos, menos que o UOL, que teve 26,445 milhões, o Terra, que teve 21,709 milhões, e Globo.com, que teve 20,518 milhões no mesmo período.

Em páginas vistas, o UOL teve 3,845 bilhões em dezembro, contra 2,172 bilhões do Globo.com, 1,674 bilhão do Terra, e apenas 166 milhões do R7 no mesmo período.

No ranking geral do Ibope brasileiro, misturando portais de qualquer natureza, o R7 ficou em 34º lugar em unique visitors e em 38º lugar em páginas vistas no mês de dezembro.

Na notificação, Globo, Terra e UOL pedem que a Record deixe de utilizar as informações distorcidas, sob pena de enfrentar medidas judiciais, pois a divulgação dos dados causa danos à imagem dos concorrentes.

Procurada pela reportagem de IMPRENSA, a Rede Record afirmou, por meio de sua assessoria, não ter recebido qualquer notificação.

Novas mídias são alternativa para audiência das emissoras

tvdigital_01O fantasma da crise de audiência que assusta a TV aberta pode ser exorcizado com tecnologia. Com o surgimento de novas plataformas, as emissoras planejam ações que envolvem estas novas mídias. A Record lança na internet, no segundo semestre, um novo portal que deve valorizar a interatividade com os telespectadores e dividir conteúdo com a televisão.

Na Globo, como a internet não é novidade, todas as expectativas estão em cima do que a empresa acredita ser a grande surpresa dos próximos anos: o celular. “No Japão, existem mais de 50 milhões de usuários com aparelhos que captam canais abertos. O Brasil pode chegar a esse número dentro dos próximos cinco anos”, prevê Octávio Florisbal, diretor geral da emissora.

O Brasil já comercializa aparelhos que captam tanto o sinal analógico quanto o digital da TV aberta. Por conta disso, alguns diretores pensam em planos para determinados programas que favoreçam a exibição de seus produtos nesses receptores. Mas os planos de investimentos não se resumem apenas a melhorar a qualidade de exibição da TV no telefone. A Globo, por exemplo, trabalha em cima de protótipos de telejornais feitos exclusivamente para clientes de operadoras de celular.

“Na verdade, tratam-se de sínteses dos nossos próprios telejornais, para quem não pôde assistir. Pensamos em oito edições normais ao longo do dia e algumas especiais, dependendo da necessidade”, adianta Manoel Martins, diretor geral de entretenimento da emissora.

Apostar em internet não chega a ser uma novidade ou ousadia. Mas os números mostram que o investimento vale a pena. Uma pesquisa feita pela Globo aponta que 12 milhões de domicílios contam com banda larga no Brasil. Isso representa quase 22% do número total de residências com TV aberta, que segundo a emissora gira em torno de 55 milhões.

A maioria delas, provavelmente, contando com as duas possibilidades. Ou seja: uma pode incentivar o aumento de audiência ¿ ou, no caso da internet, acessos ¿ da outra. “Você praticamente só vê na internet repetição de programas. As pessoas ainda não descobriram a melhor forma de trocar informações entre a TV e o computador”, atesta Lorena Calábria, apresentadora do Dia Dia, da Band.

Lilian Witte Fibe já se aventurou na grande rede. A então âncora do Jornal da Globo deixou a TV aberta em 2000 para apresentar um telejornal online, no Portal Terra. “Eu estava atrás de novidades”, resume. Lorena também apresentou um programa de entrevistas exibido na internet.